sábado, 16 de abril de 2011

Excitebike


Nunca fui chegado em motos ou carros. Quando era criança, apesar de ter os meus carrinhos, eu não era um daqueles garotos apaixonados por carros. Entretanto, inspirado pelo evento de motociclismo que está rolando na minha cidade, decidi falar desse clássico das duas rodas.

Excitebike é um jogo de corridas de motocross lançado pela Nintendo em 1983, para o NES. O jogo é considerado um dos maiores clássicos da época e inovador, por ter sido um dos primeiros do gênero (acho que foi o primeiro) a vir com um criador de pistas, até então algo inédito nos jogos do tipo.

É hora de ligar as motos!


O jogo em si não tem uma história, seu objetivo é apenas correr nas pistas e chegar até, pelo menos, as três primeiras posições.

Até que é simples. Existem dois modos praticamente iguais. Nos dois, você escolhe entre cinco circuitos pra correr. Cada pista tem um tempo mínimo e um máximo pra poder avançar pra próxima, com diferença de oito segundos entre eles. A única diferença é que no "Selection A", você corre sozinho, e no "Selection B", há mais três CPU Players (os jogadores controlados pela máquina) pra te atrapalhar.


Os gráficos são bem simples. Não há muita varição de cores, mas cada circuito tem cores diferentes. O visual é bem simples, mas não é feio. As pistas são legais, mas nem por isso são facéis. A única coisa que me deixou muito chateado foi a trilha sonora. As músiqunhas do menu são muito legais, só que as pistas não tem música nenhuma. Você só ouve o barulhino do motor e da platéia, quando você chega no fim da pista.

A jogabilidade é bem simples. Você só tem que passar pelos obstáculos. Só que se fosse só isso, o jogo não seria lembrado até hoje. Existem dois detalhes adicionais: a inclinação e a temperatura. Por inclinação, eu quero dizer que a moto é inclinável, tanto pra frente quanto pra trás. Isso é muito útil pra conseguir se manter de pé durante a corrida e aumentar a distância dos saltos, mas tenha cuidado. Usar na hora errada tem efeito contrário e te faz cair e perder segundos importantes, o que não é bom em uma corrida contra o tempo. A barrinha de temperatura é uma que fica no meio da barrinha de baixo. Ela vai enchendo durante a corrida e, se ficar completa, sua moto para no meio da pista enquanto ela se resfria, te fazendo perder mais tempo.

Como disse anteriormente, o jogo veio com o inédito recurso de criação de pistas. Quando você escolhe o modo "Design", você dá de cara com uma pista em branco. Cada letra do menu de baixo é um obstáculo diferente, tanto no tipo quanto na posição. Você percorre com a moto pela lateral da pista até chegar em um ponto aonde você queira colocar um obstáculo. É só você repetir o processo até terminar a pista que quer. Pode parecer meio limitado aos dias de hoje mas, levando em conta o poder de processamneto do NES e o espaço mínimo do cartucho, foi uma verdadeira inovação para a época.


Apesar de jogos de corrida não serem os meus favoritos, até que Excitebike manda bem. É um ótimo meio de passar o tempo e é divertido até na hora de montar as pistas.

Esse é mais um jogo que eu recomendo de boca cheia, principalmente os apaixonados por motos. Mas lembre-se: Nunca repita isso em pistas de terra, a não ser que esteja muito a fim de visitar a UTI.

Por hoje é só, pessoal!

domingo, 10 de abril de 2011

Breath of Fire


Ah, dragões... criaturas realmente fantabulosas. Ao longo da história dos videogames, dragões foram usados como temática nos mais diversos tipos de jogos, como esse aqui.

Breath of Fire é uma série de RPGs desenvolvida pela Capcom. O primeiro jogo, sobre o qual vou falar, foi lançado em 1993 (meu ano de nascimento!) e teve uma recepção positiva, gerando assim uma grande série, que se estenderia até 2003. Apesar de só ter jogado o I e o II, me apaixonei incondicionalmente pela série.

Mas chega de papo e vamos a história!


O jogo nos leva a um mundo em guerra. O Clã dos Dragões Negros começou uma campanha de dominação mundial, e eles começam atacando a vila de seus inimigos mortais, o Clã dos Dragões da Luz, e é aí que a luta começa.

No papel de Ryu, um membro dos dragões da luz, seu objetivo é resgatar sua irmã, sequestrada pelos dragões do mal, assim como parar suas atividades malignas e impedir que eles despertem uma terrível deusa cujo poder já quase destruiu o mundo uma vez...

Mas obviamente, você não estará sozinho na luta. Um dos pontos mais legais dessa série são seus personagens, com suas histórias e habilidades únicas. Ao seu lado, você terá sete aliados: Nina, princesa do Clã Alado (uma raça de homens com asas), Bo, um homem-lobo feito prisioneiro pelos Dragões Negros, Karn, um aspirante a ladrão, Gobi, um homem-peixe mercador, Ox, um homem-boi ferreiro, Bleu, uma feiticeira imortal e Mogu, uma toupeira humanóide.

Cada personagem possui um poder incrívelmente útil, tanto dentro quanto fora da batalha. Mogu, por exemplo, pode cavar em certas áreas específicas revelando alguns dos itens mais fortes do jogo, enquanto Nina pode aprender a se transformar em um pássaro gigante em determinado ponto da história, facilitando e muito sua locomoção e Karn pode se fundir com seus companheiros na luta, gerando novas e poderosas formas. Quando ele aprender a fazer isso, você não vai mais tirá-lo do grupo, eu garanto isso.


O visual é muito bom e competente. Apesar de não ser tão incrível como em outros jogos (leia-se: Final Fantasy VI), ele é bem agradável e competente. Mas só vemos sua verdadeira força nas batalhas. As animações dos personagens e dos monstros é realmente incrível e considerávelmente superior a muitos jogos. Os sprites e os cenários são bem animados. Os programadores realmente se esforçaram nesse aspecto.

A trilha sonora é simplesmente sensacional. Sabe aquelas músicas que você escuta uma vez e nunca mais esquece? As músicas do jogo são desse estilo. Os temas das cidades, das batalhas, do overworld (o mapinha pelo qual você anda pra ir até uma cidade)... enfim, todas as músicas são cativantes. Você com certeza vai querer baixar a OST do jogo quando acabar (ou até mesmo antes).

O sistema de batalha é de turnos, típicos de JRPGs. Você tem janelinhas indicando o HP e o MP (aqui chamado de AP - Ability Points). Assim que uma batalha começa você seleciona o que você quer que o personagem faça, seja atacar, defender ou conjurar magias. Um dos aspectos únicos do jogo é que os inimigos também recebem uma barra de HP, assim você pode ver o quanto de vida você tirou dele. Com os chefes, isso vai além, pois você precisa derrotá-los duas vezes. Quando você derrota um chefe uma vez, ele recupera um pouco de vida e aguenta mais algumas rodadas. Quando eu vi isso, eu fiquei muito puto, de verdade.

Mas como disse anteriormente, cada personagem tem um poder único. Karn pode se fundir com outros personagens, Bleu possui os feitiços mais poderosos do jogo e Ryu pode se transformar nos mais diversos tipos de dragões (daí o nome do jogo: "Hálito de fogo"). Conseguir esses poderes não é lá muito fácil mas vale muito a pena, acredite.


Breath of Fire é um jogo simples, sem uma história épica nem presonagens super-trabalhados ou algo do gênero. Mesmo assim, é apaixonante.

Por mais simples que seja, ele faz aquilo que um jogo tem que fazer: divertir aquele que está jogando. Ele é divertido, envolvente e muito bom pra se jogar. Eu recomendo como um fã. Como comentei com uma amiga minha vez, "Você vai fazer uma estátua minha de tão agradecido(a) que você vai ficar por eu ter indicado esse jogo!"

Por hoje é só, pessoal!

sábado, 9 de abril de 2011

Prólogo

 Olá a você que está lendo isso. Meu nome é Felipe e começarei hoje a dissertar sobre jogos antigos. Jogos são minha paixão e decidi então espalhar essa paixão por aí. Não espero um grande número de visitas nem nada mas espero que você leia e curta.
 Farei minhas dissertações como análises, mas sem nenhum profissionalismo. Darei minha opinião como fã e mais nada. Se você discordar de mim, comente e me diga a sua opinião, mas sem trolagem.
 Enfim, espero que você leia, goste e espalhe. Começarei amanhã minhas postagens, então não perca.

 Até amanhã!